Maternidade do Hospital Municipal de Cubatão adota tratamento para prematuros contra VSR

Redação Santos Notícias

A bebê Estela, nascida em 18 de janeiro na maternidade do Hospital Municipal de Cubatão, foi a primeira recém-nascido em Cubatão a receber um novo tratamento, a aplicação de Nirsevimabe, um anticorpo monoclonal de ação prolongada destinado a bebês prematuros ou crianças com comorbidades com o objetivo de protegê-los contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), um dos principais responsáveis por bronquiolite, pneumonia, internações em UTI pediátrica e complicações respiratórias em menores de um ano de idade.

A aplicação da primeira dose do Nirsevimabe em um recém-nascido do município foi realizada em 13 de fevereiro, dia histórico para a maternidade, simbolizando um avanço importante na prevenção de doenças respiratórias graves em bebês.

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Diferente das vacinas tradicionais, o Nirsevimabe fornece diretamente o anticorpo pronto, garantindo proteção imediata e duradoura durante o período de maior circulação do vírus. “A introdução do Nirsevimabe na rotina da maternidade do HMC demonstra o compromisso da rede pública de saúde com a prevenção de doenças das crianças do município”, diz Daniela Souza, Supervisora Materno-Infantil do HMC, administrado pela Sociedade Brasileira Caminho de Damasco (SBCD), por meio de contrato de gestão junto à Secretaria Municipal de Saúde de Cubatão.

O secretário de Saúde, Márcio Oliveira, valoriza a iniciativa dentro de uma política pública de proteção à vida: “A incorporação de qualquer tratamento ou medicação na maternidade do Hospital Municipal de Cubatão é importante na luta contra a mortalidade infantil, ainda mais em situações de prematuridade ou presença de comorbidades”.

A experiência de Estela marca o início de uma nova fase na saúde infantil do município. A expectativa é que cada vez mais bebês sejam beneficiados por essa estratégia, consolidando Cubatão como referência em cuidado na saúde infantil.

Os critérios para uso do Nirsevimabe são: crianças prematuras (com 36 semanas e 6 dias ou menos) e crianças com idade inferior a 24 meses (até 1 ano, 11 meses e 29 dias) com comorbidades: cardiopatia congênita, broncodisplasia, imunocomprometidos graves (inato ou adquirido); síndrome de Down, fibrose cística, doença neuromuscular e anomalias congênitas das vias aéreas.

Por: Secom Cubatão/AA e SBCD
Foto: Freepik

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